2024

Esta série é um passeio entre ruas e vielas estreitas, onde o tempo parece suspenso, e é possível ver beleza no ordinário, arte no cotidiano e poesia nos detalhes.

São histórias da vida comum que se desenrolam em uma cadência lenta pois, ao que parece, a pressa do mundo moderno não tem permissão para entrar.

Caminhar por essas ruas despretensiosamente é como mergulhar em um livro de histórias vivas, através das portas de madeira desgastadas pelo tempo, cada uma com seu próprio charme, são portais que convidam à imaginação.

Cada casa é um universo em si, um microcosmo de emoções, sonhos e realidades. E nós, observadores silenciosos, somos convidados a testemunhar e a celebrar essa dança constante entre o privado e o público, entre o ser e o parecer.

Há caminhos que pedem pra desacelerar.

2024

Esta é uma série que tenta capturar a essência da serenidade costeira no momento em que o sol se esconde.

A combinação de uma luz que inspira com um lugar que é pura poesia para os olhos.

O encontro dessa porção de terra emersa em contato com o mar com uma fusão de cores que encanta os sentidos.

Uma beleza que pode ser chamada de atemporal.

2024

Horizontes me seduzem por carregar a força e a calma que moram no azul, uma cor que me desperta infinitos e me faz mergulhar na imensidão do mundo.

É uma paisagem que dá descanso aos olhos e à alma.

Um lugar para se perder ou se encontrar.

2024

Sorrento é uma cidade costeira no sudoeste da Itália, voltada para a baía de Nápoles.

Um local encantador na Costa Amalfitana que seduz pelas cores vibrantes, seja do mar, das flores ou de sua arquitetura.

Lá a vida segue devagar o que nos permite transitar com mais atenção entre suas ruas, vielas, montanhas e estradas beirando penhascos com vista pro mar.

Um verdadeiro portal para ver e sentir as belezas do mundo.

2024

Observar a bruma pairando sobre o mar é encarar o mistério de frente.

Ela te conta segredos em camadas e te conduz para o lugar da imaginação São partículas suspensas no ar, como poeira, como nós nessa imensidão.

Calma pra mente. Respiro pra alma. Paz no coração.
Um parque em meio aos arranha-céus de Nova lorque.
Central Park representa uma pausa em vidas frenéticas.
E beleza no meu caminho.

Entre frutas, flores e folhas: joaninhas e um universo encantado.
Parece um mundo distante, mas é logo ali no meu jardim.

Focar no que é possível. Admirar o alcançável.

O galho seco que hoje se deita sobre a mesa como um enfeite,
um dia suportou folhas, flores e frutas.

Foi vida, alimento e sombra.

E antes de ser galho foi tronco, raiz e semente.

Foi vida, abrigo e base.

Hoje apenas se deita.

São Paulo é uma das cidades mais populosas do mundo.

Fascinada por essa complexidade, minhas lentes transitam entre o
macro e o micro e questionam:

Alta densidade e alta solidão. Como habitam o mesmo lugar?

São tantas mentes, mas não dialogam.

São tantos corpos, mas não se conectam.

Milhares de mundos ensimesmados, que, mesmo habitando o mesmo
cômodo, jamais se encontrarão.

Noruega e seus Fiordes: braço de mar cercado por montanhas.
Lugar de paz. Terra do Sol da Meia Noite. País feliz.

Observar o privilégio que é viver rodeado pela natureza.
Caminhar fascinada pelos infinitos tons de verde.